Na década de 60 haviam 3 criadores seletivos de Beagles no Rio de Janeiro, a sra.Serrador, o sr.Bento Soares Sampaio e o sr.René Mustardero.
No início da década de 60 também surgiram canis criando a raça Beagle: o Goldpulver no Rio de Janeiro e o Dreamland em São Paulo. Foram importados muitos exemplares de excelente padrão, vindos dos Estados Unidos e da Inglaterra.
Com o tempo o Beagle foi conquistando o seu lugar nas pistas, como animal de companhia ou de estimação e de caça, graças as suas características, como o seu ótimo temperamento, o pêlo curto e liso, a resistência, o porte, entre outras.
No início dos anos 70 surgiram no Rio de Janeiro o Canil Portezuelo, o Canil Glenrose e o Canil Saramandaia.
Em São Paulo em 1975 o Canil Schroeder's, em 1976 o Canil Camp's Kennels e em 1977 o Bangor´s Beagles. Em Curitiba o Canil Maiorca.
Nos anos 70 totalizavam mais de 130 exemplares da raça no país fruto do surgimento de novos canis e da importação de beagles dos Estados Unidos, Inglaterra e Argentina. Nesta época duas das maiores criadoras de beagles da Inglaterra vieram atuar como juízas em uma exposição realizada em Campinas (SP) e outra em Teresópolis (RJ). No Rio de Janeiro foi fundado o Canil Endless Summer e outros canis foram surgindo, entre eles:
-Dream's Bloom (Tatuí-SP)
-Beagles&cia (Rio de Janeiro-RJ)
-Sema Piracanjuba (Cotia-SP)
-Alicar de Tucum (Embu-Guaçu-SP)
-Bangor vom Rotdornweg (São Paulo-SP).
-Dream's Bloom (Tatuí-SP)
-Beagles&cia (Rio de Janeiro-RJ)
-Sema Piracanjuba (Cotia-SP)
-Alicar de Tucum (Embu-Guaçu-SP)
-Bangor vom Rotdornweg (São Paulo-SP).
A raça Beagle teve um grande desenvolvimento no Brasil e os cães aqui criados possuem um elevado padrão da raça devido ao extraordinário trabalho desenvolvido durante todos esses anos pelos criadores brasileiros.